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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Entendendo as diferenças, licenciamentos de produtos e softwares



Licenciamentos Proprietários:

Direito autoral 
Símbolo do copyright "©" é usado para indicar que a obra preserva todos direitos do autor.
Direito autoral ou direitos autorais são as denominações utilizadas em eferência ao rol de direitos aos autores de suas obras intelectuais que pode ser literárias, artísticas ou científicas. Neste rol encontram-se dispostos direitos de diferentes naturezas. A doutrina jurídica clássica coube por dividir estes direitos entre os chamados direitos morais que são os direitos de natureza pessoal e os direitos patrimoniais (direitos de natureza patrimonial).


Software Proprietário 
Software proprietário ou não livre é aquele cuja cópia, redistribuição ou modificação são em alguma medida restritos pelo seu criador ou distribuidor. A expressão foi cunhada em oposição ao conceito de software livre.
O termo "proprietário" é uma tradução equivocada do inglês "proprietary", que tem o sentido de "pertencente a um proprietário", "particular", "registrado". Aplicando-se o termo a software, a tradução mais apropriada talvez seria "patenteado".
Normalmente, a fim de que se possa utilizar, copiar, ter acesso ao código-fonte ou redistribuir, deve-se solicitar permissão ao proprietário, ou pagar para poder fazê-lo: será necessário, portanto, adquirir uma licença.
Alguns dos mais conhecidos softwares proprietários são o Microsoft Windows, o Microsoft Office, o RealPlayer, o Adobe Photoshop, o Mac OS, o WinZip, algumas versões do UNIX, entre outros.

Licenciamentos Livres:

Sobre o Creative Commons 
O Creative Commons é um novo sistema, construído com a lei atual de direitos autorais, que possibilita a você compartilhar suas criações com outros e utilizar música, filmes, imagens, e textos online que estejam marcados com uma licença Creative Commons. A tradução literal do nome é Criatividade Comum ou simplesmente Criação Comum.


Copyleft 
Copyleft em inglês é um jogo de palavras; como é bem sabido copyright é o direito de copiar, ou impedir copiar, um bem artístico ou intelectual, estando formado pela união de duas palavras copy (cópia) e right (direito). Copyleft pela sua vez está formado por duas palavras: copy (cópia) e left que pode ser traduzido tanto por esquerdo como pelo particípio do verbo leave (deixar, abandonar), de jeito que poderíamos traduzir copyleft por: deixai copiar.


Software livre 
Software livre não é o mesmo que software gratuito, referindo-se à liberdade do usuário para executar, copiar, distribuir, estudar, trocar e melhorar o software. Em particular, refere-se a três níveis de liberdade:
  • A  liberdade de estudar como funciona um programa e de adapta-lo às  suas necessidades.
  • A liberdade de redistribuir cópias, de jeito que o poda compartir com  seus seus vizinhos.
  • A liberdade de melhorar o programa, e fornecer as suas melhorais ao  público, de jeito de beneficiarem a toda a comunidade.



Pode-se pagar para obter as cópias do software GNU, ou pode-se obter as ditas cópias gratuitamente. Mais independentemente de como obteve estas cópias, sempre terá a liberdade de copiar e doar o software. No projeto GNU emprega-se ''copyleft'' para proteger essa liberdade legalmente para todo o mundo. Uma das maiores confusões que se tem como software livre é exatamente com o nome dele, inclusive seu lema é: free as in freedom, not as in free beer (livre como em liberdade, não como em cerveja grátis)

Código Aberto
O termo código aberto, ou open source em inglês, foi criado pela OSI (Open Source Initiative) e refere-se a software também conhecido por software livre. Genericamente trata-se de software que respeita as quatro liberdades definidas pela Free Software Foundation, compartilhadas também pelo projeto Debian, nomeadamente em "Debian Free Software Guidelines (DFSG)". 

Qualquer licença de software livre é também uma licença de código aberto (Open Source), a diferença entre as duas nomenclaturas reside essencialmente na sua apresentação. Enquanto a FSF usa o termo "Software Livre" envolta de um discurso baseado em questões éticas, direitos e liberdade, a OSI usa o termo "Código Aberto" sob um ponto de vista puramente técnico, evitando (propositadamente) questões éticas. Esta nomenclatura e discurso foram cunhados por Eric Raymond e outros fundadores da OSI com o objetivo de apresentar o software livre a empresas de uma forma mais comercial evitando o discurso ético.

Se você se interessou sobre o assunto software livre, recomendo a leitura completa desse artigo na wikipedia ele faz referência a todos os temas rapidamente descritos acima: http://pt.wikipedia.org/wiki/Software_livre

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Editores de texto, produto, serviço ou simplesmente acomodação?

Um bom amigo que tenho, me disse e acredito que seja verdade, que todos resistimos a mudanças, no uso de software é a mesma coisa, mas porque usar apenas o word da microsoft®? 




Existem diversos editores de texto livres: Abiword, gnumerics, easyoffice, broffice, koffice; poderíamos experimentar cada um desses e julgar se o word é tão superior assim, longe dos detalhes técnicos, nossas necessidades reais estão quase sempre abaixo dos software que usamos, eu até muitas vezes falei aqui me espanto com a aceitação do office 2007/2010 e as afirmações dos usuários sobre a interface (ribbon), que dizem coisas como as abas são mais eficientes de que ter todos os icones na tela, será? E o formato docx então? Esse só não excluí quem usa o BrOffice, que o abre facilmente, pois a não ser que seu Office seja legalizado e ainda tenha direito a suporte e atualizações não vai acessar o contéudo gerado pela própria Microsoft®!



Faça o Download do LibreOffice aqui, ou então passe na esquina e compre por R$10,00 um cd do Office® 2007/2010 piratão!

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Cinco razões que fazem o Ubuntu 9.10 melhor que o Windows 7

Steven J. Vaughan-Nichols, da PC World/EUA
05-11-2009
Nova versão do Linux (e praticamente qualquer outra distribuição) faz tudo que se precisa no PC, por menos dinheiro e problemas.

Desenvolvido por:
Windows-para-linux_150
Mesmo reconhecendo que a Microsoft fez um bom trabalho com o Windows 7, que o novo sistema operacional está mais leve e é mais seguro que as versões anteriores já lançadas pela empresa, o que faz, então, um grande número de usuários continuar preferindo usar o Linux (sem contar os novos adeptos) e defender a plataforma open source com unhas e dentes?
Se os motivos listados abaixo lhe soam repetitivos, é porque eles continuam a ser os principais atrativos do sistema operacional Linux que a Microsoft ainda não conseguiu vencer.
Segurança
Está provado: o Windows 7 é, realmente, o Windows mais seguro já criado pela Microsoft. Mas é melhor do que o Vista? Sim, é. Mais rápido do que o Windows XP? Hum... não muito. Ele conta com toneladas de aplicativos para ele? Sim.
Mas o Windows 7 vai continuar enfrentando a infindável batalha dos malwares e ainda carrega muito de um modelo de segurança a era pré-internet? Sim, infelizmente a resposta é sim.
É possível manter um PC com Windows seguro, a partir de hábitos seguros e munidos das ferramentas adequadas. Isto é um pouco mais fácil para aqueles usuários com mais experiência em computadores e que não se deixam enganar facilmente pelos novos truques que os criminosos virtuais vem empregando.
O problema é que nem todo mundo tem esse conhecimento e mesmo os que têm não querem passar o tempo todo atentos a esse tipo de situação, não querem ter de se preocupar se serão hackeados enquanto fazem compras na web ou ter de pensar duas vezes antes de visitar um site ou clicar em um link que chegue pelo correio eletrônico.
No Linux, felizmente, esses problemas simplesmente não existem e os usuários podem usar seus computadores sem este tipo de preocupação.
Preço
Ok. Aqui vamos nós, uma vez mais, entrar na discussão sobre preço. Temos o novíssimo Ubuntu 9.10 funcionando perfeitamente em um PC da HP com processador Intel Pentium IV de 1,4 GHz e meros 512 MB de memória RAM, equipamento comprado em 2000. Seria impensável - e impossível - rodar qualquer versão decente do Windows 7 nesse equipamento.
Mas vamos deixar a questão do hardware de lado por um momento e pensar no preço do software. A versão mais barata do Windows 7 (Home Basic Full), no Brasil custa 329 reais - não existe a opção de atualização, embora a Microsoft possa lançá-la no início do próximo ano. Em contrapartida, o preço do Ubuntu 9.10 é... zero. Basta baixá-lo, instalar e começar a usar.
Atualização mais fácil
Para atualizar o Ubuntu no PC mencionado acima, foram necessários os seguintes passos: baixar o arquivo e queimá-lo em um CD; iniciar o PC a partir deste disco e instalar o Ubuntu 9.10 nele. O tempo total para realizar isso foi inferior a uma hora.
A instalação do Windows 7 a partir do XP é um processo muito mais complexo e, em nossos testes, consumiu cerca de oito horas. Uma forma de encurtar esse processo é contar com o auxílio de alguns programas extras com o Windows Easy Transfer e o PCmover, além do disco de instalação do sistema operacional propriamente dito.
Definitivamente, esse não é um processo simples, a não ser que você goste muito de lidar com tecnologia e decida fazer isso por sua conta e risco. Se realmente quer usar o Windows 7, o melhor a fazer é comprar um PC novo já com o sistema operacional instalado.
Compatibilidade de hardware
Ainda existe uma ilusão persistente de que o Linux suporta apenas um limitado conjunto de periféricos. Este é um conceito totalmente incorreto. O Ubuntu Linux é capaz de lidar com praticamente qualquer hardware disponível no mercado. Tudo bem que existem alguns itens específicos, em particular algumas placas gráficas e chipsets, para os quais será necessário baixar um driver adicional para poder obter o melhor desempenho gráfico possível.
Mas o que isso tem a ver com a comparação entre o Windows 7 e o Ubuntu? Muito. Ainda que a Microsoft tenha feito um trabalho muito melhor no quesito suporte a hardware com o novo Windows do que vimos no Vista, ainda existem alguns falhas de suporte com relação a alguns dispositivos bem comuns.
Por exemplo, o problema de sincronização do iPhone com o Windows 7 que parece resultado de um combinação entre a versão 64 bits do novo sistema operacional e algumas placas-mãe de alto desempenho que utilizam o chipset Intel P55 Express.
Ou que tal isso: as impressoras da HP ainda não possuem drivers compatíveis com o Windows 7. As informações mais recentes da consultoria IDC dão conta de que a HP detém 54% do mercado norte-americanos de impressoras. É inacreditável
Aplicativos
O senso comum sugere que o Windows tem a vantagem de possuir o maior número de aplicativos disponíveis do que a plataforma Linux. E de fato tem, é fato.
Mas quantos desses os usuários realmente precisam e utilizam? É claro que se o que o usuário realmente precisa são recursos que só existem, digamos, no Adobe Photoshop, então ele não tem qualquer motivo de pensar em usar o Ubuntu nem qualquer outra distribuição Linux. Nesse caso, a pergunta seria: então por que não escolher rodas o Snow Leopard em um Mac? Mas esta é outra discussão.
Entretanto, com exceção de jogos, nada parece apontar em favor do sistema operacional da Microsoft. O Ubuntu (e várias outras distribuições também) vem com uma suíte de aplicativos de produtividade gratuita que faz praticamente tudo que o Office da Microsoft é capaz de fazer.
Quer um cliente de e-mail? O Outlook Express não vem mais com o Windows 7 (embora se ainda seja possível baixá-lo do site da Microsoft). Já o Ubuntu oferece o Evolution, um dos melhores utilitários de e-mail já desenvolvidos.
Precisa fazer backup do seu PC? As duas plataformas oferecem isso, mas apenas o Ubuntu proporciona um serviço online, o Ubuntu One, com 2 GB de capacidade disponível.
Caso necessite de uma ferramenta que não tenha vindo com a distribuição, basta visitar o Ubuntu Software Center, a “loja” do Ubuntu. As aspas estão aí porque tudo o que está lá é gratuito.
No caso do Windows, todo mundo conhece o caminho das pedras. Ou você compra o aplicativo que precisa (seja em uma loja física ou online) ou procura por algo que sirva no Download.com ou Tucows, por exemplo. Só não se esqueça de ter seu cartão de crédito em mão, afinal um bom software para Windows dificilmente será gratuito.

Não esperamos, mesmo, convencer fãs de carteirinha do Windows a trocar de plataforma. Nosso objetivo é acrescentar um pouco mais de lenha na discussão e colocar os usuários para pensar. Se puder, experimente o Ubuntu - e pode-se fazer isso mesmo sem mexer em nada na sua instalação Windows atual.
Quem sabe você não acabe descobrindo que esta distribuição (ou qualquer outra) do Linux é capaz de fazer tudo o que você precisa em um computador com muito menos problemas e sem precisar gastar nada.

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